Meu nome é Patrícia Rodrigues Costa, sou licenciada em Letras Português/Inglês pela Universidade Federal de Viçosa-UFV.
Conclui o curso em 1999 e imediatamente comecei a trabahar. As dificuldades e os desafios foram enormes, pois saí da Universidade direto para a sala de aula, sem nenhuma prática anterior. Desde então estou atuando em sala de aula com a Língua Inglesa.
Em 2002, fiz o concurso e efetivei no 1° cargo. Com a efetivação consegui estabilidade também no segundo cargo.
Há dois anos, comecei atuar com a Língua Portuguesa, mas com um pouco de insegurança e ansiedade pela pouca prática no conteúdo.
Mas, os desafios fazem parte do nosso crescimento e aprimoramento. Com estudo e dedicação superei meus anseios e apaixonei também pela Língua Portuguesa.
Hoje, trabalho com as duas línguas: Portuguesa e Inglesa. Posso fazer paralelos, análises e estudos mais significativos com meus alunos, levando-os, a respeitar e valorizar nossa cultura e nossa língua.
quinta-feira, 16 de abril de 2009
segunda-feira, 6 de abril de 2009
Memorial de leitura
A prática da leitura está presente em nossas vidas desde o instante que começamos a decifrar e interpretar o sentido das coisas que nos cercam. E, principalmente, no contato com um livro, anúncios, slogans, placas, etc.
Precisamos da leitura para entendermos o mundo e para conhecer a nós mesmos, além de adquirirmos conhecimentos e cultura.
Não tive muito contato com livros quando criança. Morava na zona rural e meus pais com pouca "leitura" não tinham o hábito de comprar livros e/ou revistas para ler. Porém, tinham a convicção de que os filhos tinham que estudar para serem bem sucedidos na vida.
Fui alfabetizada lá na fazenda mesmo, por minha tia que na época era professora do município. Lembro-me da pequena sala com um quadro dividido em três partes. Cada uma, para uma série. Era uma sala "multiseriada" com alunos da 1ª, 2ª e 3ª série, todos juntos. Não tínhamos muitos livros para ler, mas a professora sempre contava muitas histórias.
Continuei os estudos na cidade de Itinga - MG, e nessa época comecei a ler alguns livros da literatura infanto-juvenil. Comecei a perceber que podíamos viajar através dos livros. E como eu tinha vontade de viajar, conhecer outros lugares!
Depois, fui para Araçuaí, onde fiz o magistério.
Dentre os livros indicados pelos professores, apaixonei por Machado de Assis e José de Alencar.
Já na Universidade, minhas leituras foram mais centradas na área de estudo. Artigos, publicações, monografias etc. E também alguns livros da literatura Inglesa e Americana.
Hoje, além dos livros voltados a área específica de trabalho, faço sempre leituras da literatura infanto-juvenil para análise com meus alunos.
Precisamos da leitura para entendermos o mundo e para conhecer a nós mesmos, além de adquirirmos conhecimentos e cultura.
Não tive muito contato com livros quando criança. Morava na zona rural e meus pais com pouca "leitura" não tinham o hábito de comprar livros e/ou revistas para ler. Porém, tinham a convicção de que os filhos tinham que estudar para serem bem sucedidos na vida.
Fui alfabetizada lá na fazenda mesmo, por minha tia que na época era professora do município. Lembro-me da pequena sala com um quadro dividido em três partes. Cada uma, para uma série. Era uma sala "multiseriada" com alunos da 1ª, 2ª e 3ª série, todos juntos. Não tínhamos muitos livros para ler, mas a professora sempre contava muitas histórias.
Continuei os estudos na cidade de Itinga - MG, e nessa época comecei a ler alguns livros da literatura infanto-juvenil. Comecei a perceber que podíamos viajar através dos livros. E como eu tinha vontade de viajar, conhecer outros lugares!
Depois, fui para Araçuaí, onde fiz o magistério.
Dentre os livros indicados pelos professores, apaixonei por Machado de Assis e José de Alencar.
Já na Universidade, minhas leituras foram mais centradas na área de estudo. Artigos, publicações, monografias etc. E também alguns livros da literatura Inglesa e Americana.
Hoje, além dos livros voltados a área específica de trabalho, faço sempre leituras da literatura infanto-juvenil para análise com meus alunos.
quarta-feira, 1 de abril de 2009
terça-feira, 31 de março de 2009
Repensar nossa prática pedagógica enquanto educadores é papel relevante no processo de ensino-aprendizagem nos dias atuais.
O desenvolvimento tecnológico acelerado, tem refletido principalmente, nas ações dos alunos no contexto escolar, tornando em dificuldade e insegurança para os professores. Dessa forma, faz-se necessário uma reflexão no processo de ensino-aprendizagem, visando uma mudança na prática pedagógica dos educadores, para que sejam instrumento motivador e mediador do conhecimento, ajudando o aluno a ser protagonista de sua própria aprendizagem.
Vejo no programa de formação continuada - Gestar II - Língua Portuguesa, uma oportunidade para que esse processo de transformação aconteça.
O desenvolvimento tecnológico acelerado, tem refletido principalmente, nas ações dos alunos no contexto escolar, tornando em dificuldade e insegurança para os professores. Dessa forma, faz-se necessário uma reflexão no processo de ensino-aprendizagem, visando uma mudança na prática pedagógica dos educadores, para que sejam instrumento motivador e mediador do conhecimento, ajudando o aluno a ser protagonista de sua própria aprendizagem.
Vejo no programa de formação continuada - Gestar II - Língua Portuguesa, uma oportunidade para que esse processo de transformação aconteça.
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